sexta-feira, 16 de maio de 2014



Ser Branco?
Ser Negro?
Ou Ser Um Verdadeiro Ser Humano?

Imaginemos um grupo de pessoas que durante um certo tempo passam juntas, aonde são transmitidos vários tipos de conceitos, conhecimentos, lições, experiências de vida, etc. Certamente que algumas pessoas se vão destacar mais do que outras, ou seja, algumas vão captar a mensagem com mais facilidade do que outras, mas no final, dependendo da finalidade do grupo ou até mesmo a vontade indídual de cada um, acabam captando a mensagem como desejado.

Isto apenas é possível se for feito com um grupo de pessoas, um grupo de seres racíonais. Conhecido como ser humano, o único conhecido como a semelhança de um Criador.

Infelizmente, algumas pessoas combatem o racismo, o que quer dizer que ele ainda existe. Eu preferia que ele já não existisse, assim não teriamos que combater. Pois não se pode combater o que naão existe. E o mais triste ainda, é que ele apenas é combatido em pequena escala, e algumas pessoas só ouvem falar dele quando alguém que é conhecido pelos midias do mundo inteiro, sofre algum acto de racismo. O bom é que quando acontece, as pessoas despertam e se manifestam. Mas cada um desperta e se manifesta do jeito que pode, que consegue, que quer. Do jeito que é ou acredita ser.

Somos todos seres iguais sim, seres racionais. Mas somos diferentes. Somos pessoas diferentes porque temos escolhas. As pessoas nunca dão a mesma resposta para a mesma questão, ou seja, um problema pode ter sempre várias soluções. Particularmente, não acredito que a resposta que se tem dado as pessoas que praticam racismo, seja a melhor.

Numa destas alturas em que o racismo foi muito falado, por ter sido praticado à alguém famoso, presenciei um artista, num palco aonde se partilhava a arte, dizendo o seguinte:

Nós os negros temos de parar de querer ser como os brancos. Os negros têm de pensar mais como os negros e menos como os brancos”.

Naquele momento foi quando tive mais certeza de como as pessoas têm respondido mal ao racismo. Tudo aquilo que acredito é que não existe pensar como branco e não existe pensar como negro. Não existe um ser branco, não existe um ser negro. Existe sim um ser pensante, existe sim um ser humano.

Para pensar, certo ou errado, basta ser um ser humano, um ser racional. Não importa a cor da pel, dos olhos, se mais baixo ou mais alto, se mais gordo ou mais magro, se tem o cabelo mais comprido ou mais curto, liso ou carapinha. O que pode ser diferente, são os nossos hábitos que acabam espelhando a cultura de cada povo. Os povos criam hábitos, paradigmas, e isso é que nos torna diferentes. Até os filhos da mesma mãesão pessoas diferentes, principalmente se ganharem hábitos diferentes. Mesmo que seja ensinado pela mesma pessoa.

Normalmente, é pelo hábito que identificamos ou diferenciamos um povo do outro. Mas os princípios são sempre os mesmos. Podemos sim, e por uma questão de valores, história, identidade, preservar os nossos hábitos.

Pelo simples facto do ser humano ser um ser livre, mesmo que bem lá no fundo sabemos que não somos na totalidade, não podemos censurar aquelas pessoas que preferem ou escolhem adquirir hábitos que sejam diferentes daqueles que sejam do seu próprio povo. Não podemos simplesmente negar estas pessoas ou achar que elas estejam a trair alguma causa. Afinal cada um faz as suas escolhas. Mas também, é preciso não negar nem repudiar uma pessoa pelos seus hábitos, pela sua cultura. Quanto mais pela sua cor ou formato dos olhos..

Precisamos pensar mais como seres humanos, e não como um ser a parte. Não achar que temos que pensar como um ser branco ou um ser negro. Tal coisa não existe. Todos temos conhecimentos do que tem de ser feito para que se consiga viver num ambiente saudável, em harmónia.

Alguns povos despertaram a sua consciência mais cedo do que outros. Outros ainda, devido a falta de ligação com outros povos, continuam com a consciência adormecida. Uns porque assim preferem e outros porque não sabem como o fazer. Mas independentemente disto, para se ter uma boa relação entre os povos, é preciso respeitar os hábitos um dos outros, a sua cultura, e precinpalmente a regra de ouro, tratrarmos os outros como gostariamos de ser tratados.

É verdade que não podemos descartar aqueles que tendem a manipular os outros. Pois foi daí onde surgiu o caso colonização.
Por esta razão, ainda há quem acredita que os mais claros são superiores que os mais escuros. Como havia dotp no princípio, uns aprenderam mais rápido do que outros. Bem, tanto a igreja como a ciência, já mostraram que existe apenas um ser racional, e qualquer um ser racional pode chegar a um nível de nteligência impressionante. Mesmo até quando se trata de inteligência emocional.

No densenrolar disto tudo, ainda acredito que existe alguns mistérios. Coisas desconhecidas pos nós, seres humanos.

A luta conra a prática do racismo começa dentro de cada um de nós. As pessoas t~em de parar de acreditar que uns são mais beneficiados do que outros. Cada um faz a sua sorte, ou seja, a sorte acompanha os audazes. E a igreja acredita que Deus tem um plano para cada um de nós. Tudo o que é bom do ser humano, vem de dentro de si mesmo, de dentro para fora.

Existem certas expressões e práticas que simplesmente deviam deixar de existir, ser extintas. Dou graças a Deus por terem tirado aquela secção do nosso bilhete de identidade que dizia “raça” . Realmente isso não ajudava, pois se quisermos lutar a sério contra o racismo, coisas desse tipo têm de deixar de exitir. Infelizmente alguns paises ainda têm esse tipo de coisas nos bilhetes de identidades, como se as pessoas não tivessem nome próprio. Daqui a pouco ainda aparece alguém a dizer que fez cruzamento com alguém.

As pessoas têm de simplesmente ser diferenciadas pela sua personalidade, hábitos, atitudes, e não pela sua cor ou origem. Está na hora de pensar como verdadeiros seres humanos.

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